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Segue desaparecido no mar servidor público paraibano que pode ter se afogado
Segundo José Irenildo, irmão do servidor público Ivandro, um pescador em Baía Formosa teria visto um corpo boiando no mar, mas não o resgatou por medo
Danilo Ameida Riacho dos Cavalos - PB
Postada em 01/08/2017 ás 06h34 - atualizada em 01/08/2017 ás 06h40
Segue desaparecido no mar servidor público paraibano que pode ter se afogado

Continua desaparecido o servidor público Ivandro Batista, que sumiu no mar da praia de Coqueirinho, na cidade de Baía da Traição, no Litoral Norte da Paraíba, a 92 km de João Pessoa. Segundo familiares, um corpo teria sido visto por um pescador de Baía Formosa (RN), mas não foi resgatado por medo. O Corpo de Bombeiros da Paraíba disse que as buscas permanentes acabaram e que se alguém chegar a "ver qualquer sinal de corpo boiando, deve avisar ao Corpo de Bombeiros.


Segundo José Irenildo, irmão do servidor público Ivandro, um pescador em Baía Formosa teria visto um corpo boiando no mar, mas não o resgatou por medo. Os familiares dirigiram-se à praia do Litoral Sul do Rio Grande do Norte, onde falaram com o presidente da colônia de pescadores do local, mas disseram que ele se recusou a colocar um barco de resgate à disposição dos paraibanos.

“Fomos até Baía Formosa, conversamos com o pescador que viu um corpo boiando no mar, e ele nos levou até uma associação de pescadores que tinha um barco de resgate, mas o presidente se recusou a nos ceder o resgate”, disse José Irenildo.

Segundo os familiares de Ivandro Batista, o Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Norte foi acionado, mas disse ser impossível fazer uma busca, pois não teria o aparato necessário. “Chamamos os bombeiros do Rio Grande do Norte, mas não conseguimos prosseguir com a busca pois eles afirmaram que seria impossível resgatar um corpo apenas com um jet-ski e sugeriram que nós contratássemos um helicóptero”, destacou José Irenildo.

A assessoria de imprensa do Corpo de Bombeiros da Paraíba informou que uma equipe fez buscas durante uma semana, sem êxito, e reafirmou que é praticamente impossível localizar algum corpo.

“Fizemos o possível durante uma semana, agora é praticamente impossível localizar o corpo, que já deve estar em estado avançado de decomposição e provavelmente esteja submerso. Localizar um corpo humano em meio a uma vastidão como o oceano é praticamente impossível”, disse o Tenente Coronel Macena, do Corpo de Bombeiros da Paraíba. 

Ainda segundo o Tenente Coronel Macena, as buscas aéreas também são muito complicadas.

“Só dispomos de um helicóptero na Paraíba, que serve a todas as secretarias, além disso, é muito difícil localizar um corpo boiando no oceano em alta velocidade, isso porque o corpo se confunde com a água do mar, além da distância ser muito grande”, completou o Tenente Coronel Macena.

Até o fechamento desta matéria, o Portal Correio não conseguiu contato com o Corpo de Bombeiros do Rio Grande no Norte.

FONTE: Gabriel Botto
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